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MULHERES HEROÍNAS SAÚDAM MARIA QUITÉRIA

A feirense Celiah Zaiin presta uma singela homenagem à nossa heroína Maria Quitéria, no dia em que se comemorou a data de seu nascimento.
Publicado em: 28/07/2019 - 01:07:15
Fonte: Reease da CZ-Produções


         Afirma Celiah que a história da mulher brasileira é antes e depois da heroína. Uma mulher à frente de seu tempo e com um legado para a história da mulher brasileira que não podia falar em público, não tinha direito a ter posses nem trabalho igualitário, não tinha garantia de saúde e educação e formação, nem participação na sociedade. Depois da guerra a mudança para a classe feminina começou quando o alfaiate não aceitou a costurar um uniforme masculino para a heroína, em respeito à figura da Mulher, acrescentando uma saia escocesa ao seu uniforme. Maria Quitéria também elevou o nome das mulheres que ajudaram com os doentes quando nem havia a classe de enfermeiras e médicas. Daí em diante a sociedade feminina se instalou.
        O general Pedro Labatut, enviado por D. Pedro I para o comando geral da resistência, conferiu-lhe as honras de 1º Cadete. No dia 20 de agosto foi recebida no Rio de Janeiro pelo imperador em pessoa, que a condecorou com a Imperial Ordem do Cruzeiro, no grau de Cavaleiro, com o seguinte pronunciamento:[17]
    Querendo conceder a D. Maria Quitéria de Jesus o distintivo que assinala os Serviços Militares que com denodo raro, entre as mais do seu sexo, prestara à Causa da Independência deste Império, na porfiosa restauração da Capital da Bahia, hei de permitir-lhe o uso da insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro.[17]
         Segundo o Livro de Batizados de São José das Itapororócas, no arquivo da Secretaria do Arcebispado, na Bahia (certidão de batismo de Maria Quitéria):
“Aos vinte e sete dias do mês de Julho de mil setecentos e noventa e oito, na Capela de S. Vicente, filial dessa Matriz de Licença minha, o Reverendíssimo Manoel José de Jesus Maria, filha legítima do Gonçalo Álvares de Almeida e de Quitéria Maria de Jesus.[1] Foram padrinhos, Antonio Gonçalves de Barros e sua irmã Josefa Maria de Jesus, moradores na freguesia de Àgua Fria, nada mais destra do que tudo para constar fiz este assento que por verdade assino.
    Maria Quitéria de Jesus nasceu no Sítio do Licurizeiro (cujo nome faz referência à Syagrus coronata), uma pequena propriedade no Arraial de São José das Itapororocas, na comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira, atual município de Feira de Santana, no estado da Bahia. Foi a filha primogênita dos portugueses Gonçalo Alves de Almeida, lavrador, e Quitéria Maria de Jesus, ambos nascidos na colônia do Brasil.
    A primogênita trouxe aos pais extrema felicidade, modificando a solidão do casal do agreste. Quitéria tinha dois irmãos, Josefa e Luiz, Junto com seus pais, eles moravam em uma casa feita de taipa de pilão. Ao lado de sua casa, havia casebres onde ficavam os escravos de seu pai Gonçalo.
    Com 6 anos de idade, Maria Quitéria foi batizada. Na época da ocupação da Guiana Francesa e da anexação da Província Cisplatina, por volta de 1808, Maria Quitéria chegava à adolescência. Maria Quitéria encontrava-se noiva quando, entre 1821 e 1822, iniciaram-se na Província da Bahia as agitações contra o domínio de Portugal. Em janeiro de 1822 transferiram-se para Salvador as tropas portuguesas, sob o comando do Governador das Armas Inácio Luís Madeira de Melo, episódio em que ocorreu o martírio da freira Angélica, no Convento da Lapa.
    Em 25 de junho, a Câmara Municipal da vila de Cachoeira aclamou o príncipe-regente D. Pedro como "Regente Perpétuo" do Brasil. Por essa razão, em julho, uma canhoneira portuguesa, fundada na barra do rio Paraguaçu, alvejou Cachoeira, reduto dos independentes baianos. A 6 de setembro, instalou-se na vila o Conselho Interino do Governo da Província, que defendia o movimento pró-independência na Bahia ativamente, enviando emissários a toda a Província em busca de adesões, recursos e voluntários para formação de um "Exército Libertador".[10][12]
    No Journal of a Voyage (Londres, 1824), a inglesa Maria Graham, que viveu alguns anos (1821, 1822 e 1822) na Corte do Rio de Janeiro:"
"Maria de Jesus é iletrada, mas viva. Tem inteligência clara e percepção aguda. Penso que, se a educassem, ela se tornaria uma personalidade notável. Nada se observa de masculino nos seus modos, antes os possui gentis e amáveis."

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